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terça-feira, abril 26, 2011

Curso gratuito quer formar e empregar 150 programadores de software

Iniciativa da Assesspro e do MCT é voltada a jovens de baixa renda do RJ que tenham concluído o nível médio.

quarta-feira, maio 06, 2009

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Professor nota zero (Que situação...)

Gilberto Dimenstein para a Folha Online

Dos 214 mil professores que se submeteram à prova da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, 3.000 tiraram zero: não acertaram uma única sobre a matéria que dão ou deveriam dar em sala de aula. Apenas 111, o que é estatisticamente irrelevante, tiraram nota dez. Os números finais ainda não foram tabulados, mas recebo a informação que pelo menos metade dos professores ficaria abaixo de cinco. Essa prova tocou no coração do problema do ensino no Brasil, o resto é detalhe.

Como esperar que um aluno de um professor que tira nota ruim ou mediana possa ter bom desempenho? Impossível. Se fosse para levar a sério a educação, provas desse tipo deveriam ser periódicas em toda a rede (assim como os alunos também são submetidos a provas). Quem não passasse deveria ser afastado para receber um curso de capacitação para tentar se habilitar a voltar para a escola.

A obrigação do poder público é divulgar as listas com as notas para que os pais saibam na mão de quem estão seus filhos. Mas a culpa, vamos reconhecer, não é só do professor. O maior culpado é o poder público que oferece baixos salários e das universidades que não conseguem preparar os docentes. Para completar, os sindicatos preferem proteger a mediocridade e se recusam a apoiar medidas que valorizem o mérito.

O grande desafio brasileiro é atrair os talentos para as escolas públicas --sem isso, seremos sempre uma democracia capenga. Pelo número de professores reprovados na prova, vemos como essa meta está distante.

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Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

sexta-feira, julho 04, 2008

Redes sociais podem causar crise de identidade, diz psiquiatra

A geração de usuários da Internet nascida depois de 1990 - década da popularização da rede - pode estar crescendo com uma visão perigosa a respeito do mundo e da sua própria identidade, sugere um psicanalista inglês.

fonte: Terra

Aquário de São Paulo reabre com tubarão de 2,10 metros

Visitante percorrerá circuito que abrange ecossistemas de água doce e salgada.
Réplica de submarino afundado reproduz sensação de estar no fundo do mar.

fonte: G1 Globo.com

terça-feira, junho 24, 2008

Portal do Professor

Ao lançar nesta quarta-feira, 18, o Portal do Professor, na internet, o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que não basta levar o computador e a banda larga às escolas, mas que é preciso cuidar dos conteúdos digitais e educacionais e da formação dos professores. “No ambiente virtual, o professor não será passivo. Ele vai construir seu plano de aula, pesquisar, trocar práticas pedagógicas com colegas, vai ter um mundo aberto à sua frente.”

O ministro informa aos professores que o portal dá acesso a objetos de aprendizagem construídos por universidades do mundo todo e recolhidos por uma equipe de 50 professores e 150 estudantes de universidades públicas. O espaço virtual aberto hoje vai permitir ao professor “alternativas à aula tradicional e acesso ao vídeo, ao áudio, à navegação por museus, portais de textos digitais”, disse Haddad. O ministro avalia também que a inclusão digital bem feita – computador na sala de aula, acesso à internet e professor preparado para o uso das ferramentas – afeta positivamente a qualidade da educação.

Outra vantagem dos computadores nas escolas é que para navegar na internet o aluno precisa ler e escrever. “Então vamos ganhar também na aprendizagem da língua portuguesa”, explica Haddad. A inclusão digital em línguas estrangeiras é um dos próximos desafios que tem a Secretaria de Educação a Distância (Seed). Espanhol, inglês e francês são as línguas que devem entrar primeiro no Portal do Professor. A outra iniciativa será criar um manual de navegação impresso para usar nos programas de capacitação de professores. Para o ministro, desafio é “superar limites”.

Segundo o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, além de congregar instituições nacionais, o Portal do Professor vai receber mais 600 objetos educacionais de diversos países, entre eles, Argentina, Chile e Colômbia.

Parceria - O Portal do Professor, que é um ambiente virtual de pesquisa e interativo, e o Banco internacional de Objetos Educacionais integram a política de qualificação da infra-estrutura das escolas da educação básica públicas urbanas e rurais. As escolas recebem laboratórios de informática e banda larga (acesso rápido à internet) e o MEC, em conjunto com as universidades e os sistemas de ensino estaduais e municipais, qualifica os professores nessas ferramentas. A política desenvolvida pelo Ministério da Educação é realizada em parceria com diversas áreas do governo federal, entre elas, os ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e da Cultura.

Para a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar, o portal é “um ambiente amigável” que favorece o contato do professor com as novas mídias e diminui a distância entre as gerações. “Dentro das escolas há um choque de gerações. Os alunos utilizam melhor as ferramentas do que os professores”. Para Pilar, o Portal do Professor abre caminho para reduzir essas distâncias.

Portal – Espaço para troca de experiências, o Portal do Professor traz seis itens: espaço da aula, jornal do professor, recursos educacionais, cursos e materiais, interação e colaboração e links.

O espaço da aula, por exemplo, oferece sugestões e orientações de aulas que podem ser comentadas e classificadas. O acesso é livre, sem necessidade de senha. Nesta quarta-feira, 18, o espaço traz 68 sugestões de aulas. Os professores podem também criar aulas e deixá-las no banco para acesso e edição posteriores e consultar aulas criadas por outros professores.

O item recursos educacionais coloca a multimídia ao alcance do professor. Os recursos são de acesso livre de senha e podem ser baixados no computador ou copiados em CD-rom, pendrive e, ainda, comentados e classificados. Hoje estão disponíveis 501 recursos. Neste item, o professor também pode participar de chat nas disciplinas de artes, ciências, história, geografia, línguas, matemática e tecnologia; de fórum; além de acessar notícias e fazer pesquisas sobre educação.

Em recursos educacionais, o professor vai encontrar seis recursos multimídia: áudio, vídeo, imagem, experimento, mapa, animação e simulação. No item experimento, por exemplo, a extração do DNA da cebola sugere ao professor a montagem de uma aula de ciências para as séries finais do ensino fundamental ou do ensino médio, sobre os conhecimentos básicos da extração de material genético (DNA) utilizando uma cebola.

Ionice Lorenzoni

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Ministro lança Portal do Professor

Republicada com acréscimo de informações

sábado, julho 07, 2007

Veja os casos mais recentes de violência nas escolas


Basta!

"Hoje a escola se tornou um ambiente não para o conhecimento, mas para namorar, beber, usar drogas. O professor, é, na maioria das vezes visto como um inimigo. Você até quer se aproximar, mas muitos alunos não deixam. É uma situação de extremos."

Rodney Alfredo D'Annibale, 39 anos, professor de Educação Artística que após 11 anos lecionando em uma escola do Alto da Moóca, zona leste de São Paulo, abandonou a carreira de professor. Mais que isso, ficou 20 meses afastado do trabalho com um quadro de depressão, provocada, segundo ele, pelas agressões psicológicas sofridas no interior da sala de aula.

sábado, maio 19, 2007